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Posts Tagged ‘gravidez’

Por Maria Alves

 

O diagnóstico de prenhes pode ser feito precocemente a partir de 20 dias de acasalamento

 

Sua cadelinha acabou de cruzar e agora você quer saber se ela está prenhe ou não. Antes de saber quais são os cuidados necessários durante a gestação, é preciso saber se realmente ela está ou não “grávida”. O diagnóstico de prenhes pode ser feito precocemente a partir de 20 dias após o acasalamento através da ultra-sonografia ou 30 dias, através da palpação abdominal. 

A gestação em cadelas pode durar entre 58 a 70 dias, mas em média dura 62 dias. 

Quanto menor a raça, menor é o número de filhotes e maior é o tempo de gestação. Raças grandes tendem a ter ninhadas maiores. É possível saber o número de filhotes a partir de 45 dias de gestação através de uma radiografia. 

A cadela gestante passa por diversas mudanças comportamentais e físicas, mas só é possível perceber a gestação no terço final, em que se nota um abaulamento abdominal e um aumento de volume das mamas. Por isso, muitas vezes a gestação passa despercebida até 15 ou 20 dias antes do parto. 

Dicas: 

Durante o período de gestação é importante o acompanhamento do Médico Veterinário. 

Alimentação: 

Alterar a ração de adulto da fêmea para uma ração de filhotes é a melhor opção, pois a ração de filhotes tem mais energia, proteínas e cálcio, nutrientes importantes na formação dos filhotes. Desta forma não é necessário suplementar cálcio, que em excesso pode ser perigoso para a cadela e predispô-la a eclampsia,  caracterizada por tremores e incoordenação. Caso isso ocorra, o animal deve ser levado com urgência ao pronto socorro veterinário para receber cálcio intravenoso.

Nunca dê comida caseira ao animal

 

Vacinação/Vermifugação: 

A vacinação e a vermifugação devem ser feitas antes do acasalamento, caso não seja feita, não vacine cadelas prenhes. Já a vermifugação só pode ser feita nas duas últimas semanas antes do parto, mesmo assim não livra os filhotes de nascerem com vermes, pois o vermífugo vai matar apenas os vermes do tubo digestivo, e não aqueles cujo ciclo é migratório ou ainda, os transmitidos via placentária.

Ou seja, é melhor que estes cuidados sejam tomados antes do acasalamento para garantir uma gestação saudável.

 

Banhos: 

Banhos podem ser dados normalmente, mas deve-se ter cuidado no final da gestação. Se a cadela se estressa demais durante o banho é melhor evitá-lo, pois o stress libera cortisol (hormônio responsável pelo desencadeamento do parto) podendo antecipar a data prevista. 

Local para o parto: 

Próximo ao parto, deve-se apresentar ao animal, o seu ninho, que geralmente é uma caixa de parto, preparada para que a mãe e os filhotes fiquem confortáveis, tendo protetores laterais contra esmagamentos de filhotes. 

Assistência:
A cadela deve ser assistida por seu proprietário, e que este saiba as noções básicas para ajudá-la durante o parto (se necessário).   

   

http://www.unisa.br (hospital veterinário)   

http://www.petcare.com.br/  

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Por Maria Alves

A fêmea apresenta instintos maternos como se fossem verdadeiros

Quando ocorre a gravidez psicológica, há quem deseje interrompê-la para a cadela voltar ao normal. Medicamentos que inibem a prolactina fazem cessar rapidamente a produção do leite e o comportamento maternal. Sem medicação, a gravidez psicológica costuma terminar em duas semanas. Alguns proprietários preferem aproveitar essa fase para admirar o comportamento materno das cadelas.

Por que e a partir de qual idade ocorre a gravidez psicológica?

A gravidez psicológica, também conhecida como pseudociese, ocorre devido a uma disfunção hormonal, mais especificamente devido a um desequilíbrio no hormônio chamado progesterona. Esse é um problema bastante comum, pois ocorre em cerca de 50% das fêmeas, e ainda por cima recorrente, ou seja, uma cadela que desenvolveu gravidez psicológica tem grandes chances de apresentar o problema novamente. A fêmea pode apresentar gravidez psicológica mesmo sem nunca ter cruzado. Aproximadamente dois  meses após o cio, período médio que dura a gestação de uma cadela, o organismo passa a se comportar com numa gravidez verdadeira, tanto física quanto emocionalmente. A fêmea se prepara para dar a luz e para cuidar de filhotes que nunca virão. A pseudociese normalmente ocorre em cadelas que nunca cruzaram e que já passaram por mais de um cio. Mas também pode acontecer logo no primeiro cio, que vem lá pelo sete  ou oito meses de idade, e pode aparecer até mesmo nas cadelas que já foram mães. Não há uma regra, algumas fêmeas simplesmente têm predisposição para desenvolver o problema, outras não.

Qualquer fêmea pode passar por isso?

Qualquer fêmea não castrada sim, porém é mais comum em cadelas de pequeno porte. Algumas apresentam o problema em todos os cios, outras com intervalos entre os cios. Pode acontecer também da cadela ter pseudociese e o dono não perceber porque ela apresenta sintomas leves. As fêmeas mais sortudas nunca chegam a desenvolver o problema.

Como perceber que a cachorrinha está passando por esse problema?

Os sintomas e a intensidade dos mesmos variam de cadela para cadela. De forma geral, a fêmea apresenta os mesmos sintomas maternais típicos de uma gestação verdadeira: tetas inchadas (com ou sem a presença de leite), instinto de preparar um ninho para o parto e adoção de objetos como “filhotes”, por exemplo, panos, chinelos, bichos de pelúcia e pequenos brinquedos. Algumas apresentam ainda aumento no abdômen. Há também alterações no comportamento da fêmea: ela pode ficar irritadiça, agressiva, retraída, carente de contato físico, deprimida, sem apetite, inquieta, etc. A agressão por proteção maternal é inclusive mais comum nas fêmeas que não possuem filhotes do que nas que acabaram de parir. Felizmente todos estes sintomas são passageiros, duram em média de 2 a 8 semanas. Menos se forem tratados e mais se forem estimulados.

Como tratar?

As cadelas adotam objetos como se fossem filhotes

Para tratar qualquer problema de saúde é sempre importante conversar com o veterinário, e no caso da gravidez psicológica não é diferente. Só ele poderá determinar o método mais adequado para cada cadela. Existem medicamentos específicos para tratar os sintomas, mas a necessidade ou não de usá-los só poderá ser avaliada pelo veterinário. Em alguns casos, permitir que a cadela fique com os objetos que foram adotados como “filhotes” pode piorar o problema e estimular a produção de leite. Noutros, retirar os “filhotes” pode deixar a fêmea mais ansiosa ainda. É preciso analisar cada situação com cuidado. É importante observar que a pseudociese pode trazer riscos para a cadela. Quando a produção de leite é grande as tetas podem inflamar, o que se chama de mastite ou mamite. O leite também pode endurecer, causando dor, infecções e febre. Outro problema frequente é a fêmea lamber ou sugar as tetas a ponto de feri-las. Além disso, as cadelas que apresentam gravidez psicológica são fortes candidatas a desenvolver tumores mamários e piometra.

É possível evitar que a gravidez psicológica ocorra? Existe algum tipo de prevenção?

A única prevenção realmente eficaz é castrar a cadela antes do primeiro cio. Além de eliminar o problema da É possível evitar sim, através da histerectomia (a castração da cadela). Para que a cirurgia seja eficaz no tratamento da pseudociese, é necessário extrair completamente o útero, as trompas e os ovários. Qualquer resquício desses órgãos que permanecer na fêmea poderá dar continuidade à disfunção hormonal causadora da gravidez psicológica. Gravidez psicológica há diversos outros benefícios para a saúde e o comportamento. A castração precoce diminui enormemente as chances de câncer de mama, elimina as chances de câncer de útero e piometra, aumenta a vida saudável da cadela em média três anos, diminui as fugas e reduz certos tipos de agressividade, dentre outras vantagens.

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A rotina do animal de estimação não deve ser alterada pelo nascimento do bebê

 

Por Julyana Rossato

 

Os animais são tratados com muito carinho e tornam-se parte da família. Porém, o que fazer quando o casal resolve ter um bebê? Saiba como preparar o bichinho para a chegada do recém-nascido:

Segundo o veterinário Nivaldo Albolea, os animais de estimação percebem a gravidez da própria dona, pela modificação hormonal, antes mesmo do diagnóstico médico. “Basta tratar a situação com naturalidade”, disse Albolea sobre a chegada do bebê, que pode deixar o animal carente e estressado.

Para fazer com que o cãozinho perceba que o amor ainda é o mesmo, independente da existência de outra pessoa, a dona deve dar atenção ao bichinho e sair com ele para passear. Além disso, oferecer petiscos ao pet, na presença do recém-nascido, também auxilia na concretização desse vínculo afetivo.

Outra alternativa é a utilização de florais, que aumentam o bem-estar canino e diminuem a insegurança do animal. No caso dos gatos, o ambiente deve ser pulverizado com feromônios para acalmar o bichinho, assim como o uso do spray de capim-limão.

De acordo com a veterinária Luciana Dechamps, a rotina do animal deve continuar normalmente e a dona nunca deve isolar o pet de determinada área da residência, como o quarto da criança, pois o bichinho associará essa mudança ruim ao bebê. “Eles precisam saber que continuam tendo amor e espaço”, ressaltou Dechamps sobre o comportamento dos animais de estimação.

Gradativamente, o pet não se sentirá ameaçado pelo bebê e se acostumará com o cheiro dele, aceitando a presença desse novo membro da família.

 (Imagem de Kika Vida Nova)

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