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Você sente que seu cachorro tomou conta dos móveis na sua casa? Você não tem mais sossego quando quer deitar no sofá calmamente para assistir televisão ou quando quer dormir na sua cama?

 Por Maria Alves

Cada pessoa trata seus animais do seu próprio jeito, e eu acredito que lugar de cachorro é no chão. Quando o cachorro está acostumado a ficar no chão, você pode sentar-se com ele no chão quando quer brincar, fazer carinho, abraçar, etc. Mas quando você quer seu sossego no sofá ou na cama, ele vai saber que ali é o seu lugar, não o dele.

Então vamos lá:

1) Para estabelecer essa regra, primeiro de tudo você tem que ser consistente. Se você quer ensinar seu cachorro que ele não pode subir no sofá ou na cama, você nunca mais pode deixá-lo subir nos móveis.

Se você não quer que ele suba na cama, mas de vez em quando você deixa ele subir, ele nunca vai entender quando pode e quando não pode. Portanto, é muito importante que você e todos de sua família sigam sempre as mesmas regras, senão não há como ele aprender.

2) A idéia aqui é bem simples. Você quer ensinar ao cachorro que é muito mais legal sair da cama do que subir nela. Você quer que ele entenda que sair da cama e ficar no chão é o que deixa você feliz e, portanto, ele vai querer sair da cama para fazer você feliz.

3) Para começar, pegue alguns petiscos: uma bolachinha, uns pedaços de salsicha ou de frango, algo que ele gosta. Quando ele estiver na cama (ou sofá) você fica em pé uns dois passos ao lado da cama, aponta para o chão e fala o comando “Desce!”. Nas primeiras vezes ele não vai saber o que isso significa, então mostre que você tem um petisco nesta mão que está apontando pro chão.

Assim que ele descer, dê-lhe o petisco, faça bastante carinho e o elogie. Você está mostrando que, quando ele desce da cama, você lhe dá atenção, carinho e petisco. É o comportamento de descer da cama que deixa você feliz.

4) Fale o comando apenas uma vez. Você não quer que ele aprenda que o comando tem que ser repetido para valer. Fale “Desce!”, aponte para o chão, não olhe mais para ele, não lhe dê nenhuma atenção até que ele desça. Se ele não descer, agache-se, dê dois tapinhas no chão e mostre o petisco novamente (sem olhar pra ele e lhe dar atenção).

5) Repita esse exercício com  frequência até ele aprender o comando “Desce!”e não o deixe mais subir nos móveis.

Por fim, crie um lugar para ele ficar quando você está assistindo TV. Por exemplo, coloque na sala um tapetinho ou um paninho que ele gosta, assim ele também vai ter o lugar dele para deitar e relaxar.

Para saber mais  acesse:http://www.adestramentodecaes.com/299/como-ensinar-o-cachorro-a-nao-subir-nos-moveis/

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por Maria Alves

Em meio a tantas campanhas de conscientização, muitas pessoas estão dispostas a adotar animais. Filhotes são mais fáceis de serem doados do que de um animal adulto. No entanto, o maior desafio das Organizações Não Governamentais (OGNs) é encontrar tutores para cuidar de animais com deficiência física.

Segundo a presidente da Associação de Proteção Animal (APA), em 11 anos, apenas três cães com deficiência conseguiram um lar. “A situação é triste, as pessoas normalmente se comovem, mas não levam esses animais para casa”.

Entre os três cães com deficiência que foram doados está a pitbull Garota, de aproximadamente 1 ano, que não tem uma das patas. Garota foi adotada neste mês pela dona de casa Raigleide Moreira Ferreira. “Fui até a APA e quando vi a Garota, foi amor à primeira vista. Tentei convencer meu marido de levá-la para casa, mas na hora ele não quis. No outro dia voltamos e a levamos para casa”.

Ao se deparar com a pitbull, a dona de casa sentiu pena da cadela. “Pensei, além de ser uma pitbull,raça vítima de preconceito por muitos, ela é deficiente. Acredito que ninguém iria pensar em adotá-la”, afirmou Raigleide Moreira.

Há duas semanas fora da associação, Garota está adaptada ao novo lar. Raigleide afirma que, além de bonita, ela é um animal saudável, corre, brinca e como todos os cães recebe os tutores com carinho. “Sinto que  Garota é uma cadela muita grata pela nossa ação”, afirmou.

Cadela foi encontrada amarrada a uma árvore

A pitbull Garota é mais um animal vítima de abandono e maus-tratos em Uberlândia. Segundo a presidente da APA, Dalca Carvalho, a cadela foi encontrada próximo à associação amarrada em uma árvore, com ferimentos na pata. “Cuidamos do machucado, mas a situação estava tão grave que foi necessário amputar a pata”, afirmou.

A presidente afirma que a maioria dos animais abandonados fica com sequelas e por isso não são adotados. O destino de muitos é a casa das voluntárias da associação.

Este é o caso do vira-lata Bilico. Ele foi resgatado cego e sem uma parte da boca pela protetora Cida Assunção, . A protetora tem em casa dez cães, todos com algum tipo de deficiência. “Criamos um vínculo maior com eles, pois passamos meses cuidando dos ferimentos e tentando mantê-los vivos. É gratificante ver a confiança que esses animais têm em nós. A sensação que tenho é que o amor e gratidão que sentem são maiores do que a de outros cães”, disse.

Fonte: ANDA

http://www.anda.jor.br/?p=87086

Por Maria Alves

"Jack" sabe drilblar e cabecear

O cão chamado “Jack” chama atenção em Inverurie, na Escócia, por saber jogar futebol.

Jack mora com dono na cidade de Inverurie, na Escócia

Segundo o proprietário do animal, “Jack” sabe driblar e cabecear.

 

Como a Escócia está fora da Copa do Mundo da África do Sul, o dono disse que ele e seu cão de estimação vão torcer para os Estados Unidos, já que eles viveram durante um tempo no país.  

(Texto do G1)

Por Maria Alves

 

O diagnóstico de prenhes pode ser feito precocemente a partir de 20 dias de acasalamento

 

Sua cadelinha acabou de cruzar e agora você quer saber se ela está prenhe ou não. Antes de saber quais são os cuidados necessários durante a gestação, é preciso saber se realmente ela está ou não “grávida”. O diagnóstico de prenhes pode ser feito precocemente a partir de 20 dias após o acasalamento através da ultra-sonografia ou 30 dias, através da palpação abdominal. 

A gestação em cadelas pode durar entre 58 a 70 dias, mas em média dura 62 dias. 

Quanto menor a raça, menor é o número de filhotes e maior é o tempo de gestação. Raças grandes tendem a ter ninhadas maiores. É possível saber o número de filhotes a partir de 45 dias de gestação através de uma radiografia. 

A cadela gestante passa por diversas mudanças comportamentais e físicas, mas só é possível perceber a gestação no terço final, em que se nota um abaulamento abdominal e um aumento de volume das mamas. Por isso, muitas vezes a gestação passa despercebida até 15 ou 20 dias antes do parto. 

Dicas: 

Durante o período de gestação é importante o acompanhamento do Médico Veterinário. 

Alimentação: 

Alterar a ração de adulto da fêmea para uma ração de filhotes é a melhor opção, pois a ração de filhotes tem mais energia, proteínas e cálcio, nutrientes importantes na formação dos filhotes. Desta forma não é necessário suplementar cálcio, que em excesso pode ser perigoso para a cadela e predispô-la a eclampsia,  caracterizada por tremores e incoordenação. Caso isso ocorra, o animal deve ser levado com urgência ao pronto socorro veterinário para receber cálcio intravenoso.

Nunca dê comida caseira ao animal

 

Vacinação/Vermifugação: 

A vacinação e a vermifugação devem ser feitas antes do acasalamento, caso não seja feita, não vacine cadelas prenhes. Já a vermifugação só pode ser feita nas duas últimas semanas antes do parto, mesmo assim não livra os filhotes de nascerem com vermes, pois o vermífugo vai matar apenas os vermes do tubo digestivo, e não aqueles cujo ciclo é migratório ou ainda, os transmitidos via placentária.

Ou seja, é melhor que estes cuidados sejam tomados antes do acasalamento para garantir uma gestação saudável.

 

Banhos: 

Banhos podem ser dados normalmente, mas deve-se ter cuidado no final da gestação. Se a cadela se estressa demais durante o banho é melhor evitá-lo, pois o stress libera cortisol (hormônio responsável pelo desencadeamento do parto) podendo antecipar a data prevista. 

Local para o parto: 

Próximo ao parto, deve-se apresentar ao animal, o seu ninho, que geralmente é uma caixa de parto, preparada para que a mãe e os filhotes fiquem confortáveis, tendo protetores laterais contra esmagamentos de filhotes. 

Assistência:
A cadela deve ser assistida por seu proprietário, e que este saiba as noções básicas para ajudá-la durante o parto (se necessário).   

   

http://www.unisa.br (hospital veterinário)   

http://www.petcare.com.br/  

 

Por Julyana Rossato

 

A exposição Prá Cachorro será realizada até o dia 03 de julho de 2010, na Matilha Cultural, com diversas atrações relacionadas aos cães, desde palestras sobre o comportamento canino até desfiles de cães para adoção.

Durante o evento, os representantes da marca Pedigree realizam uma campanha contra o abandono dos animais de estimação, visando conscientizar a população. Inclusive, as parcerias anteriores já possibilitaram a adoção de 11.276 cães abandonados.

A exposição contém uma galeria chamada Nosso Amigo Vira-lata, mas os donos dos pets também podem optar por sessões de cinema.

A grande novidade é o estúdio fotográfico para cães, já que os donos podem tirar fotos com os bichinhos, com uma produção personalizada.

O evento especial para os cães é gratuito, sendo realizado das 12 horas às 20 horas, de terça-feira até sábado, no centro da cidade.

Para mais informações, acesse o link do nosso blog ou ligue: (11) 3256-2636.

 (Imagens de Matilha Cultural)

Por Maria Alves

A fêmea apresenta instintos maternos como se fossem verdadeiros

Quando ocorre a gravidez psicológica, há quem deseje interrompê-la para a cadela voltar ao normal. Medicamentos que inibem a prolactina fazem cessar rapidamente a produção do leite e o comportamento maternal. Sem medicação, a gravidez psicológica costuma terminar em duas semanas. Alguns proprietários preferem aproveitar essa fase para admirar o comportamento materno das cadelas.

Por que e a partir de qual idade ocorre a gravidez psicológica?

A gravidez psicológica, também conhecida como pseudociese, ocorre devido a uma disfunção hormonal, mais especificamente devido a um desequilíbrio no hormônio chamado progesterona. Esse é um problema bastante comum, pois ocorre em cerca de 50% das fêmeas, e ainda por cima recorrente, ou seja, uma cadela que desenvolveu gravidez psicológica tem grandes chances de apresentar o problema novamente. A fêmea pode apresentar gravidez psicológica mesmo sem nunca ter cruzado. Aproximadamente dois  meses após o cio, período médio que dura a gestação de uma cadela, o organismo passa a se comportar com numa gravidez verdadeira, tanto física quanto emocionalmente. A fêmea se prepara para dar a luz e para cuidar de filhotes que nunca virão. A pseudociese normalmente ocorre em cadelas que nunca cruzaram e que já passaram por mais de um cio. Mas também pode acontecer logo no primeiro cio, que vem lá pelo sete  ou oito meses de idade, e pode aparecer até mesmo nas cadelas que já foram mães. Não há uma regra, algumas fêmeas simplesmente têm predisposição para desenvolver o problema, outras não.

Qualquer fêmea pode passar por isso?

Qualquer fêmea não castrada sim, porém é mais comum em cadelas de pequeno porte. Algumas apresentam o problema em todos os cios, outras com intervalos entre os cios. Pode acontecer também da cadela ter pseudociese e o dono não perceber porque ela apresenta sintomas leves. As fêmeas mais sortudas nunca chegam a desenvolver o problema.

Como perceber que a cachorrinha está passando por esse problema?

Os sintomas e a intensidade dos mesmos variam de cadela para cadela. De forma geral, a fêmea apresenta os mesmos sintomas maternais típicos de uma gestação verdadeira: tetas inchadas (com ou sem a presença de leite), instinto de preparar um ninho para o parto e adoção de objetos como “filhotes”, por exemplo, panos, chinelos, bichos de pelúcia e pequenos brinquedos. Algumas apresentam ainda aumento no abdômen. Há também alterações no comportamento da fêmea: ela pode ficar irritadiça, agressiva, retraída, carente de contato físico, deprimida, sem apetite, inquieta, etc. A agressão por proteção maternal é inclusive mais comum nas fêmeas que não possuem filhotes do que nas que acabaram de parir. Felizmente todos estes sintomas são passageiros, duram em média de 2 a 8 semanas. Menos se forem tratados e mais se forem estimulados.

Como tratar?

As cadelas adotam objetos como se fossem filhotes

Para tratar qualquer problema de saúde é sempre importante conversar com o veterinário, e no caso da gravidez psicológica não é diferente. Só ele poderá determinar o método mais adequado para cada cadela. Existem medicamentos específicos para tratar os sintomas, mas a necessidade ou não de usá-los só poderá ser avaliada pelo veterinário. Em alguns casos, permitir que a cadela fique com os objetos que foram adotados como “filhotes” pode piorar o problema e estimular a produção de leite. Noutros, retirar os “filhotes” pode deixar a fêmea mais ansiosa ainda. É preciso analisar cada situação com cuidado. É importante observar que a pseudociese pode trazer riscos para a cadela. Quando a produção de leite é grande as tetas podem inflamar, o que se chama de mastite ou mamite. O leite também pode endurecer, causando dor, infecções e febre. Outro problema frequente é a fêmea lamber ou sugar as tetas a ponto de feri-las. Além disso, as cadelas que apresentam gravidez psicológica são fortes candidatas a desenvolver tumores mamários e piometra.

É possível evitar que a gravidez psicológica ocorra? Existe algum tipo de prevenção?

A única prevenção realmente eficaz é castrar a cadela antes do primeiro cio. Além de eliminar o problema da É possível evitar sim, através da histerectomia (a castração da cadela). Para que a cirurgia seja eficaz no tratamento da pseudociese, é necessário extrair completamente o útero, as trompas e os ovários. Qualquer resquício desses órgãos que permanecer na fêmea poderá dar continuidade à disfunção hormonal causadora da gravidez psicológica. Gravidez psicológica há diversos outros benefícios para a saúde e o comportamento. A castração precoce diminui enormemente as chances de câncer de mama, elimina as chances de câncer de útero e piometra, aumenta a vida saudável da cadela em média três anos, diminui as fugas e reduz certos tipos de agressividade, dentre outras vantagens.

Para saber mais clique em: http://www.lordcao.com/ ou você pode acessar http://www.maedecachorro.com.br

Por Renata D´Angelo

Cão solto no carro: considerada infração média, penalizada com multa e pontuação na carteira

Se você pretende viajar com o seu mascote nas férias, muita atenção a essa dica: transportar animais de estimação soltos no carro pode acarretar em multa. De acordo com Código Nacional de Trânsito, é proibido carregar cães, gatos ou qualquer outro bicho, no colo ou do lado direito do motorista. A desobediência é considerada infração média e pode resultar em multa, além de quatro pontos na carteira de habilitação.

Para que não haja surpresas desagradáveis durante a viagem, leve em consideração as normas de direção defensiva. Se houver um animal solto dentro do veículo, a atenção do motorista em relação ao trânsito vai ficar naturalmente comprometida, havendo riscos de acidente. Além disso, os bichos também podem se ferir em caso de freada brusca ou colisão. Em casos mais graves, podem ser arremessados contra o vidro ou simplesmente cair do banco, sofrendo fraturas de patas.

Transporte seguro:

Transporte seguro, além de confortável, evita que o animal se machuque em caso de freada brusca ou colisão

Caixa de viagem:

devem ser fixadas no veículo (presas ao cinto de segurança) ou colocadas no chão, atrás do banco do motorista ou do passageiro da frente. Esse tipo de transporte, além confortável, garante a segurança do animal.

Grade para carros: Você pode adquirir grades de segurança especiais que restringem os cães à traseira de uma caminhonete ou de uma perua. Isso evita que cães ou gatos sejam projetados para a frente se você tiver que frear de repente e, ajuda a manter o estofado do carro limpo.

Cintos de segurança: Você também pode utilizar cintos de segurança para cães. Isso irá reduzir o risco de seu cachorro sair ferido em um acidente de carro. O uso do cinto possui a vantagem de evitar que o animal distraia o motorista, pois, ficará preso ao banco traseiro. Mas atenção: Só utilize o cinto de segurança com coleira peitoral. Colares e coleiras comuns podem causar ferimentos ao cão no caso de freada brusca.

Lembre-se:

• A cada a duas ou três horas dê água para o seu animal e deixe-o sair para andar um pouco e fazer as necessidades;

• Se parar o carro por algum tempo jamais deixe seu companheiro dentro do veículo quando estiver sol ou muito calor.

Saiba mais